No passado dia 2 de maio, esteve na nossa sala de aula, a Irmã Aurora Salgado para partilhar a sua experiência como professora numa das regiões mais inseguras, no Sudão do Sul.

A Irmã foi enviada para o Sudão do Sul como professora, e deparou-se com uma realidade completamente diferente da que estava habituada: não existiam edifícios para dar aulas e apenas os rapazes frequentavam a escola. Os alunos tinham que percorrer o mato durante cerca de 3 horas até chegar à escola (num total de 6 horas por dia). Partilhou connosco que se os alunos se atrasassem eram deitados no chão, de barriga para baixo e os professores batiam-lhes com um pau. A Irmã contou que, perante esta situação, quis fazer a experiência: juntou um grupo de rapazes e percorreu com eles o trajeto de regresso a casa, no final do dia. Ainda nos disse que no final não conseguiu regressar à sua aldeia, tiveram que a transportar de bicicleta, tendo-lhe no fim caído as unhas dos pés.

Um dos maiores entraves à sobrevivência no Sudão do Sul é a escassez da água. As meninas têm que percorrer centenas de quilómetros para trazer água para as suas famílias. Neste país, a água era retirada de pequenos poços onde, por vezes, têm de permanecer uma noite à espera para poderem encher as vasilhas. No entanto, a água é escura, cheia de impurezas, com areia e cheia de microorganismos, que podem ser fatais ao ser humano quando consumida sem ser fervida. A água, nestas condições, contém um parasita, o Guinea Worm, que entra dentro do organismo e lá permanece durante mais ou menos 1 ano, desenvolvendo-se um filamento no interior do corpo, podendo atingir 1 metro. Este parasita sai por qualquer parte do corpo, sendo que este processo poderá demorar meses. Todos os dias, a pessoa infetada puxa um bocadinho o parasita, com muito cuidado para não rebentar. Depois, ata um cordel e coloca-o junto ao local onde o “bichinho” está a sair. Se este rebentar poderá matar o portador do microorganismo infetando-o (uma vez que não existe acesso a cuidados de saúde).

Os alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente, a beneficiar da medida educativa currículo específico individual, acompanhados pelos respetivos docentes de Educação Especial, deslocaram-se à cidade de Lisboa no dia 14 de maio, entre as 8h15m e as 19h30m, com o objetivo de favorecer a inclusão educativa e social. Para visualizar toda a notícia clique aqui.

(21 de março de 2018)

    Pela nona vez, a Escola Básica Dr. Fortunato de Almeida foi galardoada com a Bandeira Verde Eco-Escola. Tal só foi possível devido ao trabalho realizado por toda a comunidade escolar, em particular pelos alunos, em defesa do Ambiente e da sustentabilidade do nosso Planeta.

Um bem-haja a todos que contribuíram para a conquista deste Galardão.

Equipa Eco-Escola

Inserido na programação da Futurália, feira de Educação e Formação, realizou-se no dia 16 de março, no PT Center da FIL, o painel Conversas Fora da Caixa, que contou com a participação dos Eurodeputados Carlos Zorrinho e Carlos Coelho, que debateram a temática da "Europa digital e os desafios das novas competências e emprego" e "A Europa face aos desafios societais da inovação e da educação (novas tecnologias estruturantes, novos materiais, novos atores…)”. 
Para participar nestes painéis, foram também convidados os alunos da ESN, Rui Matias, Raul Sofia e António Paula, que tiveram o privilégio de exprimir a sua visão sobre estas temáticas, bem como aproveitado a ocasião, colocar algumas questões a estes eurodeputados.
 

 
 
 

 
Realizou-se no dia 23 de março, pelas 14h:30m, a cerimónia de Entrega de prémios aos vencedores do concurso "Arte em Movimento II" no auditório do Centro de Tratamento de RSU do Planalto Beirão.

       A aluna vencedora do Concelho de Nelas foi a Verónica Ivanova da turma "B" do 5º ano da Escola Básica Dr. Fortunato de Almeida.
Parabéns!
 
O desenho da Verónica irá decorar as viaturas de recolha seletiva de resíduos sólidos urbanos.
 
 
Ver restante informação no facebook do Planalto Beirão.
 
"Mil máquinas jamais poderão fazer uma flor"  - Autor desconhecido
 A Equipa do Eco-Escolas da Escola Básica Dr. Fortunato de Almeida
Belmira Marques  e  Álvaro Silva