No âmbito do Concurso Alimentação saudável, as alunas do 6ºA, Margarida Sofia dos Santos Amorim Silva e Matilde Amaral Santos elaboraram, nas aulas de Ciências Naturais, uma ementa completa para um almoço saudável com sopa, prato principal, sobremesa e bebida.
No Clube de Ciências, as alunas assumiram o papel de Eco-Cozinheiras e confecionaram os pratos da ementa na cantina da escola, os quais foram degustados por alguns alunos do 5ºano.
Em anexo, apresenta-se o vídeo desta atividade, que vai representar a Escola no Concurso Nacional dos Eco-cozinheiros dinamizado pelo Programa Eco-Escolas.

A formação de voluntariado irá decorrer em Nelas, em parceria com a Associação Ideias Solidárias. A formação enquadra-se no âmbito do programa  "Formar +" do IPDJ. Pelo que, os destinatários preferenciais são jovens entre os 14 e os 30 anos. No entanto, adultos que tenham interesse na formação também poderão participar. 
 
Link de divulgação:
 

No passado dia 2 de maio, esteve na nossa sala de aula, a Irmã Aurora Salgado para partilhar a sua experiência como professora numa das regiões mais inseguras, no Sudão do Sul.

A Irmã foi enviada para o Sudão do Sul como professora, e deparou-se com uma realidade completamente diferente da que estava habituada: não existiam edifícios para dar aulas e apenas os rapazes frequentavam a escola. Os alunos tinham que percorrer o mato durante cerca de 3 horas até chegar à escola (num total de 6 horas por dia). Partilhou connosco que se os alunos se atrasassem eram deitados no chão, de barriga para baixo e os professores batiam-lhes com um pau. A Irmã contou que, perante esta situação, quis fazer a experiência: juntou um grupo de rapazes e percorreu com eles o trajeto de regresso a casa, no final do dia. Ainda nos disse que no final não conseguiu regressar à sua aldeia, tiveram que a transportar de bicicleta, tendo-lhe no fim caído as unhas dos pés.

Um dos maiores entraves à sobrevivência no Sudão do Sul é a escassez da água. As meninas têm que percorrer centenas de quilómetros para trazer água para as suas famílias. Neste país, a água era retirada de pequenos poços onde, por vezes, têm de permanecer uma noite à espera para poderem encher as vasilhas. No entanto, a água é escura, cheia de impurezas, com areia e cheia de microorganismos, que podem ser fatais ao ser humano quando consumida sem ser fervida. A água, nestas condições, contém um parasita, o Guinea Worm, que entra dentro do organismo e lá permanece durante mais ou menos 1 ano, desenvolvendo-se um filamento no interior do corpo, podendo atingir 1 metro. Este parasita sai por qualquer parte do corpo, sendo que este processo poderá demorar meses. Todos os dias, a pessoa infetada puxa um bocadinho o parasita, com muito cuidado para não rebentar. Depois, ata um cordel e coloca-o junto ao local onde o “bichinho” está a sair. Se este rebentar poderá matar o portador do microorganismo infetando-o (uma vez que não existe acesso a cuidados de saúde).

Os alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente, a beneficiar da medida educativa currículo específico individual, acompanhados pelos respetivos docentes de Educação Especial, deslocaram-se à cidade de Lisboa no dia 14 de maio, entre as 8h15m e as 19h30m, com o objetivo de favorecer a inclusão educativa e social. Para visualizar toda a notícia clique aqui.